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Confusão – Reforma Ortográfica

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by: Euetu Nós
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Date: Sun, 28 Jun 2009 Time: 3:40 PM
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Confusão – Reforma Ortográfica

Um exemplo de confusão em Dicionários da Língua Portuguesa, relativa ao k, à semelhança das duas outras:
v Undécimo de uma série. Como, em uma Língua sem o k, pode a letra banida ser chamada a indicar o décimo-primeiro de uma série de elementos? Seria convocar o inexistente, um fantasma, como parâmetro real? Tais explicações não se coadunam à Regra I do Acordo internacional:
1 – O alfabeto português consta fundamentalmente de vinte e três letras: a, b ... j, l ... v, x, z.
2 – Além dessas letras, há três que só se podem usar em casos especiais: k, w, y. Então, há – e por Lei. Alta dose de incoerência.
Não se explica o banimento, frontalmente conflitante com a Regra II – K, W, Y determinante do uso dessas letras, em quais casos são substituídas por q, u, i, ainda quanto às unidades de medida: acaso usamos qm, nas distâncias, ou qu e qvh (vát, na Televisão...), na energia elétrica, na Língua Portuguesa? Ou Uóchinton Luís, presidente? O nosso almirante Vandelcólqui? O Alquimim? Na Casa de Rui – impressionante – o Curi? Perda Nacional de Lógica.
Entre milhares de Brooklin paulistas, na Rede, há 336 do híbrido Brooklim, de variadas origens, como em aliancafrancesa, e estadao. Ainda, nesse espacoculturalsaude.sp.gov ou mec.gov e ans.gov, dentre 17 dessa origem .gov, até da prefeitura.sp (!). Mas o k resiste, ninguém escreveu Bruquilim... ainda. Será?
E, finalmente, há essa Regra:
8 - Nos derivados vernáculos de nomes próprios estrangeiros, cumpre adotar as formas que estão em harmonia com a primitiva: darwinismo, wagneriano, zwinglianista, etc. Tal regra ainda é repetida no item
10 - Nos derivados de nomes próprios estrangeiros, devem usar-se as formas que se acham de conformidade com a primitiva: byroniano, maynardina, taylorista, etc.
Exemplo nosso, zwingliano – porquanto todas essas palavras são da língua portuguesa: kantismo, wagneriano, wattagem, goyesco, newtoniano; todas, formas em harmonia com a primitiva. Então, há... Temos ainda o grau Kelvin das temperaturas, e o kardecismo. Há o Paty, e o Paraty, Patrimônio Nacional.
Juscelino continua com dois k, felizmente, apesar de até a Academia errar no sobrenome. Se banidas, por que os dicionários da Língua Portuguesa continuam mantendo páginas com as três letras, e reproduzem as Regras do Alfabeto? Por que, em Brasília, há uma avenida W3 − mas a outra é L2 ? Alta dose de incoerência
Enfim, qual Ato baniu as três, de nosso Idioma, até de Ruy? Algum Dicionário deixa de ter páginas com tais letras? Houve projeto de lei de Deputado querendo banir as três das placas dos carros. Ocorre, aquilo nas placas nem é Língua Portuguesa. É código alfanumérico... Teríamos de banir o W indicando Oeste, mudar a W3 de Brasília, alterar o km/h, o kwh, o pH, o PhD, corrigir o Ayrton – e o Josaphá. Como ficaria a família Caymmi? Palavras Cruzadas constantemente erram quanto ao k.
Felizmente, o grande fundador de Brasília continua Kubitschek – estranho ficaria seu nome sem os dois k. É glamurizado repetir o banimento. Ruy-sem-y também está em sua casaruibarbosa.gov, da Fundação Rui Barbosa, e em senado.gov. Na casaderui sem y, milita o Kury com y, chefe de pesquisa de Filologia. Este e a Casa, com y! Já o dono da Casa, não: uma lástima! Daí, nossa redundância também nesse tema.
O CB com z de 30 de março de 1999, em Informática, na transcrição de Lima Barreto, do Triste Fim de Policarpo Quaresma:
A língua é a mais alta manifestação de inteligência de um povo, é sua criação mais viva e original; e, portanto, a emancipação política do país requer como complemento e conseqüência a sua emancipação idiomática.
Caetano Veloso concorda: Minha pátria é minha Língua. Já se ouviu o grande Ruy, a respeito. E Fernando Pessoa completa: A língua portuguesa é a minha pátria. A minha pátria é a língua portuguesa. Nada mais precisa ser dito, a respeito do respeito que deve estar no uso do Idioma pátrio, pois este é expressão da alma da Nação...
É claro, haverão certas importações e alguns cochilos ou desatenções, pois ninguém é perfeito. Mas não com a intensidade e disseminação observadas hoje em dia (terá hífen?) até em documentos oficiais e outros documentos públicos, sentença criticada em A União, indissolúvel, ao analisarmos uma questão de âmbitos de aplicação de normas de Governo: que outros seriam esses? Os Catálogos Telefônicos da Capital do País, eivados de erros?
Em não se atentando no princípio de Policarpo, sem dúvida será um grande e triste fim, a partir da última flor e, depois, da própria Nação, inclusive (!). Por isso, adiante, já se afirma: Foice a Língua... inclusive.
Agora, a publicação na Isto é, na Folha de São Paulo, na Agência Lusa:
MUDANÇAS NA ORTOGRAFIA DA LÍNGUA PORTUGUESA A PARTIR DE JANEIRO 2008
Entre essas mudanças, a menção às “três banidas”, muito citadas na TV:
O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação de "k", "w" e "y". (!!!)
Ora, conforme a Lei do Acordo ortográfico (*), acima transcrita, jamais deixaram de fazer parte de nosso Idioma, tais letras especiais. Todos os Dicionários da Língua Portuguesa ostentam páginas dedicadas a essas três. Por que será? Podem elas ser incorporadas? Ninguém mostra o Ato de banimento. Perda Nacional de Lógica.
Aliás, sob a tão propalada lenda do banimento, são mantidas as formas originais do Benedito das novelas da TV, do Ayrton com dois n, de todos os Caymmi com dois m, do Latorraca e do Matogrosso e muitos mais, como a granja Comary: apenas o Águia perdeu o direito de ter o y respeitado.
Os nomes próprios de entidades, personalidades, palácios, logradouros, não são respeitados. Ainda não baniram o Y do arquiteto Oscar, mas há inúmeros Niemeier com I, por erro. Restam o Kury, e a casaderui, ambos com Y! O dono da Casa, não.
Na impunidade, surge a Vaca de Presépio, no DIA DIA da TV, ou no DIA−DIA da Net, pela noite afora. E Povo, aqui, não é só o nomine sine vulgus, mas muita gente de gabarito, incluindo o Governo, como será visto. Não é de estranhar errarem os nomes do fundador de Brasília, do maestro Vila Lobos (!), de Osvaldo Cruz, de Rui, de Orico, em alta desconsideração, ou o Palácio transferido do Rio, e o nome da Padroeira. No Jean–Claude Van Damme, ninguém erra o hífen, nem os mm. Já no Martins Penna e no grande Maestro... O próprio Teatro Nacional erra.
Outra confusão transcrita do Guia Prático da Nova Ortografia, uma bela explicação:
Mudanças no alfabeto
O alfabeto passa a ter 26 letras. Foram reintroduzidas as letras k, w e y.
O alfabeto completo passa a ser: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
As letras k, w e y, que na verdade não tinham desaparecido da maioria dos dicionários da nossa língua, são usadas em várias situações. Por exemplo:
a) na escrita de símbolos de unidades de medida: km (quilômetro), kg (quilograma), W (watt);
b) na escrita de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): show, playboy, playground, windsurf, kung fu, yin, yang, William, kaiser, Kafka, kafkiano.
Perguntas: foram reintroduzidas, se não tinham desaparecido? Aparecem na maioria dos dicionários da nossa Língua, por que? Ora, são usadas em várias situações... Perda Nacional de Lógica.
...
Os Caymmi continuam resistindo, pelo Brasil Afora, a par da Granja, do Benedito e da atriz mirim, Marina Ruy Barbosa, em alta incoerência. Quando o fruto se tornou pêssego, na evolução etimológica e fonética, ninguém “corrigiu” para tal o sobrenome Pêcego dos Cidadãos. Só em Ruy.
O paraense-guarani Paysandu continua... com um só s, mas soando ss. Continua o Paty do Alferes; e o Patrimônio Nacional Paraty  logo, não se lhe pode alterar nem o nome, certamente com Y. Só em Ruy: quanto cuidado com nosso Idioma!... Chega ao máximo de corrigirem o PH do IPHAN − uma sigla de Lei! − na pronúncia, como Ifân... Continua o patrimônio Paraty, intocável − não, o Ruy. Aliás, o Suplicy resiste...
Contudo, o grande Dicionário, embora reproduza a regra I – ALFABETO do Formulário e essa Lei do Acento, no verbete Y “explica”:
Antiga letra do alfabeto, substituída pelo i na ortografia oficial. Conquanto excluído do nosso alfabeto, o y figura (!) em palavras derivadas de nomes estrangeiros que o contém: loyola, loyolista , keyserlinguiano, etc. Há o Ulysses... Seguem-se exemplos de unidades matemáticas, físicas, e químicas, que o mantêm. Em tempo: como nome de letra, o y é a maior palavra do Alfabeto...
Logo, há y na Língua Portuguesa, além do k e do w, havendo páginas desse dicionário dedicadas a tais letras. Parece, só o preclaro Ruy perdeu o y, não o Loyola, o Keyserling, o Suplicy, o Ayrton, o Ulysses, o Benedito – e Oswaldo Cruz, esse perde o w... Enquanto Osvaldo Orico vai ganhando um w, até em sua própria Academia... quando tal letra foi banida (!!!) – incoerência? O Brockmann deve se “adequar” escrevendo BRÓQUIMEM? Perda Nacional de Lógica.
A pergunta está na reclamação da família de Ruy, em casaderui. Os Caymmi resistem, junto à Granja da Seleção e à atriz mirim Marina Ruy Barbosa. E o fruto se tornou pêssego, na evolução etimológica e fonética, ninguém “corrigiu” para tal o sobrenome Pêcego dos Cidadãos, registrado. Só em Ruy. Uma lástima.
Eis a perda de lógica, como no Guia Prático, acima::
v ... conquanto excluído ... figura em palavras... que o contém... Igual se dá com w e k. Que diabo de explicação é essa? O Alkmin continua impávido, assim o grau Kelvin das temperaturas absolutas, e o kardecismo... As incógnitas da Álgebra são x e i ? Mas o show da Confusão tem de continuar, e com w. Assim como o Benedito das novelas na TV, com y, corretamente, pois é nome próprio, registrado. E o paraense Paysandu com um só S, mas dito como dois-esses, do Guarani e nome da cidade uruguaia... A ortografia “oficial” só excluiu o Águia. Aliás, nesta, continuam Paty do Alferes e o Patrimônio Nacional Paraty, não podemos mudar-lhe nem o nome, é Patrimônio. Só em Ruy.
...
Transcrevemos parte da resposta do ilustre presidente da “Casa de Rui Barbosa” à reclamação da família de Ruy, dizendo haver pedido um parecer do chefe de pesquisa de Filologia - Adriano Kury - externando não desejar polêmica. Juntou o parecer, aparentando não estar preocupado com a inquirição, simplesmente afirmou “... se aplica o disposto no art. 39”. Destarte, grafou o seu nome com “y” e não “Cure”.
Destarte, grafou o seu nome com “y” e não “Cure”, como é de seu direito.. Tal artigo 39 só vale para RuY ? Kury e a Casa, com Y! Resiste o Suplicy. Não, o Ruy.
O h’ da Matemática não é a ave fasianídea e ovípara, comestível. Dia-a-dia não é DIA DIA nem Dia-Dia, e Noite Afora não é Noite A Fora, embora tais erros estejam na Televisão e, agora, na Internet, pelo Brasil Afora.
Deturpam-se nomes de Palácios em Brasília, e o da Padroeira do Brasil. Há 35 Jucelino Kubitchek na Rede, da UnB e outras Universidades, de vacaria.rs.gov, da geocities, do próprio .gov.sp, da capes .gov.br, do senado.gov, do CNPq, da oab-sc, da prefeitura.sp (!).gov, da bbcnews.com.br, e tantos outros.
O grande Ruy perde o ípsilon, ficam o Benedito novelista, a Marina, o Ayrton, os Caymmi, o Paty do Alferes, a Paraty, patrimônio nacional intocável... Na TV e na Música, o Ney L. e o Ney M.
Sob a lenda do banimento das três letras, somente o Águia perdeu o y.. Tudo isso, dose muito alta de incoerência. E a casa erra na vírgula separando o Sujeito. Logo em Ruy... O chefe da pesquisa filológica da Casa permanece com y... E o Presidente com k. Uma lástima: Kury e a Casa, com Y! Não, o grande Ruy. Alta dose de incorência.
Eis, da Réplica do senador Ruy Barbosa às defesas de redacção do projecto de Código Civil Brasileiro da Câmara dos Deputados, Rio de Janeiro, 1904 ─ e dito por um Senador:
A inteireza do espírito começa por se caracterizar no escrúpulo da linguagem.
A vida parlamentar, a administração e o jornalismo têm sido, em toda a parte, os mais poderosos corrutores da língua e do bom-gosto. Esse a seria erro de transcrição?
Aspirar à clareza, à simplicidade e à precisão sem um bom vocabulário e uma gramática exacta, seria querer o fim sem os meios. Não querendo pecar na generalização, ajuntaríamos, aí, a Publicidade e a ABL?
Tudo isso o Grupo explica, inclusive (!) o Corretor do computador, eivado de absurdos, fato provável por experiência... O Governo quer um micro em cada sala de aula... São problemas do Ensino, a serem esmiuçados.
(*) Um acordo ortográfico internacional é Lei.
Enviada a caixapostal@istoegente.com.br, agencialusa@lusa.pt, e leior@uol.com.br (Folha), em 15/jul. Enviada à ABL em 11/jul/2007.
O descuido é total. A confusão nos detalhes entropizam o Sistema.
Na campanha eleitoral, o PP põe cinco agente em lugar do correto a gente... A quantidade de erros na campanha é nímia: ... à toda cidade... Candidata (professora!) é dedicada à educação a vinte e quatro anos... por paixão, diz o anúncio. De um Candidato: Brasília tem três milhões de habitantes... Ainda, Brasília tem um dos maiores orçamentos dentre os Estados. Brasília é um Estado? Há Todo uma e ... todo Distrito Federal. E o abate de tantas vacas ... semana, ou a produção de tantos barris ... dia. E aulas de 600h/aula. A própria FGV erra a respeito., ver Cursos&Cursos.
E assim, va-mos... Aonde?
De Montaigne:
"É uma presunção perigosa e fútil, além de uma absurda temeridade, ter desprezo pelo que nós não compreendemos."
E seguindo Sócrates: "Que eu sei?" É postura profundamente científica, enquadrável no Teorema da Indecidibilidade de Göedel.
Por isso, outro pensamento de Montaigne (1533-1592), válido neste ensaio sobre a Confusão:
Ninguém está livre de dizer tolices. O imperdoável é dizê-las solenemente.
Percebemos o achismo em alto gau, na Internet, na TV, e outras mídias...
Vejam, a respeito, a REFORMA ORTOGRÁFICA de Daniela Schubnel: Eis aqui um programa de cinco anos para resolver o problema da falta de autoconfiança do brasileiro na sua capacidade gramatical e ortográfica. Em vez de melhorar o ensino, vamos facilitar as coisas, afinal, o português é difícil demais mesmo. Para não assustar os poucos que sabem escrever, nem deixar mais confusos os que ainda tentam acertar, faremos tudo de forma gradual. No primeiro ano, o "Ç" vai substituir o "S" e o "C" sibilantes, e o "Z" o "S" suave. Peçoas que açeçam a internet com freqüênçia vão adorar, prinçipalmente os adoleçentes. Continua...
Ver As três banidas.
Mensagem enviando crítica a JusBrasil em 13.dez.2008:
A notícia foi assim:
As mudanças na escrita começam a valer a partir de 1º de janeiro de 2009.
Ora, o que começa a valer a partir de ... é capaz de não começar nunca, pois até o dia do Juízo final é a partir de. Assim, melhor reforma ortográfica seria aquela a partir do a partir de, em sua semântica. Pois o Povo que perde sua Palavra, já era, diz o Cientista Social. A Palavra é formadora da Nacionalidade.
Aliás, o k, o w, e o y nunca foram banidas de nosso alfabeto, consultem os calepinos da Língua Portuguesa... a partir da Regra I do Acordo. Como podem ser incorporadas? Saudações
Aliás, as mudanças na escrita NÃO começam a valer a partir de 1º de janeiro de 2009. Sim, o Decreto n° 6.583, de 29/9/2008, promulgando o Acordo, mas dizendo:
Considerando que o Acordo entrou em vigor internacional em 1o de janeiro de 2007, inclusive para o Brasil, no plano jurídico externo; DECRETA:
Art. 1o O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, entre os Governos da República de Angola, da República Federativa do Brasil, da República de Cabo Verde, da República de Guiné-Bissau, da República de Moçambique, da República Portuguesa e da República Democrática de São Tomé e Príncipe, de 16 de dezembro de 1990, apenso por cópia ao presente Decreto, será executado e cumprido tão inteiramente como nele se contém.
Art. 2o O referido Acordo produzirá efeitos somente a partir de 1o de janeiro de 2009.
Assim, o Decreto entrou em vigor quando publicado no DOU de 30.9.2008, o Acordo em janeiro de 2009, mas seus efeitos de MUDANÇAS na escrita somente vigerão em 2012, até lá coexistindo a norma ortográfica atualmente em vigor e a nova norma estabelecida. Até lá, ninguém poderá ser reprovado, se usar a norma atualmente em vigor. O pessoal do Soletrando, da Globo, que se cuide...
As desigualanças hão de ser respeitadas, se não... Alguns confundem as duas formas, se não e senão.


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Grupo de pesquisa infinitesimal voltado a encontrar e criticar toda impropriedade em toda a mídia.


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